A maré não está pra peixe. Mas sou peixe ou leão? Nado ou me afogo? Corro, chuto, eu jogo. Não sei quando é certo, quando acerto. Não vejo São Jorge, quiçá o dragão.
Estou falhando e não quero padecer. A morte é o fim ou recomeço? Não, não quero me matar.
Os calos deformam mas não apagam a essência das pessoas boas. Mas é preciso tempo para descobrir (ou redescobrir) meu melhor. Posso estar nessa há mais ou menos dias que você. Mas estamos ao mesmo tempo. Estou perdido? O tempo certo há de chegar, mesmo que seja preciso inventá-lo.
Desse modo, as intervenàões seguem a revelia do direito das pessoas de dizer o que àmelhor para a cidade em que elas vivem.