21 velinhas para apagar

Há 21 anos atrás eu vinha ao mundo. Na hora do almoço – 12:35 – na cidade do Rio de Janeiro.

Como qualquer outro mortal, foram anos de altos e baixos. Mas foram bons anos.
Vi o Brasil ser tetra e posteriormente penta, vi meu Mengão ganhar aquele Tri do Carioca que não me esqueço nunca. Assisti, comovido como quase todo brasileiro a morte do grande Ayrton Senna. Chorei com a morte dos Mamonas Assassinas e posteriormente do eterno ídolo Renato Russo.

Estudei em várias escolas diferentes, onde em cada uma fiz amigos que permanecem até hoje ao meu lado, me apoiando pro que der e vier. Destaque para um dos meus melhores amigos, Professor Igor Bello, que conheço há cerca de 10 anos e é um amigo que todo mundo gostaria de ter. Era meio fofoqueiro quando pequeno (sei que ele vai ler e ficar puto), mas sempre foi um cara de bom coração.

Perdi amigos para o crime (sim, é verdade e não é engraçado), perdi meu melhor professor (Carlão, de Português) e a incrível Prof.ª Leci, dos quais nunca me esquecerei. Perdi minha madrinha para o câncer…

Mudei de cidade, do Rio para Magé (RJ), depois para o Rio de novo e agora em Magé novamente.

Passei no vestibular pela segunda vez para a UFRuralRJ (a primeira foi para Letras, na Uerj), onde curso Administração. Comecei em Nova Iguaçu e posteriormente fui para a sede, em Seropédica (onde passo a semana, em uma república).
Estou vivendo essa nova fase, de universitário, que tem sido maravilhosa, onde estou aprendendo muito mais do que imaginava, conhecendo novos amigos (e também inimigos, por que não?).

Depois de alguns anos de amor platônico, me apaixonei novamente e redescobri o que é amar. Essa garota tão especial, que se chama Isadora, que infelizmente é vascaína, tomou grande parte do meu coração e espero manter essa parte por bastante tempo (talvez a vida toda, quem sabe?).

Comentei ao meu amigo Igor Bello, que somos bem sucedidos, ambos estudamos na mesma escola e agora na mesma universidade (ele faz Biologia).
Ele achou meio estranho… ainda não veio a realização profissional… Mas com certeza está por vir, disse a ele que acertamos mais do que erramos, então somos bem sucedidos desde já.

Agradeço a Deus por tudo que me foi proporcionado até agora. Pela minha família maravilhosa, que apesar das brigas (normais), está sempre presente. Meu irmão idiota e minha mãe maluca. Meus avós (um flamenguista e a outra vascaína). Minha irmã lesada e meus três sobrinhos… Meus primos Marcello e Luanna e minha tia, mãe deles.

Agradeço também pelos amigos, que não são muitos, mas são dos bons!

E que venham mais 21. A verdade é que quero viver 200 anos, mas que seja o que Deus quiser!

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