Amargura

Enquanto bebo meu café tão amargo quanto um coração em desamor, eu penso. Margaridas e damas-da-noite invadem minha janela e seus perfumes me sufocam. Certamente, em outros momentos eu escreveria alguns versos sobre elas, seus cheiros, por si só, já são inspiradores, fora o que pode estar por trás deles… as lembranças que as belas flores têm o poder de proporcionar.
Mas eu penso, e quanto mais eu penso, menos consigo versar sobre o que me vem à memória. Tudo por causa de sentimentos amargos que visitam meu coração vez ou outra. Talvez seja hora de usar um pouco mais de açúcar em meu café.

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