Candeeiro

A vida é como um candeeiro. Tal como a chama alimenta-se de querosene, minha alma alimenta-se de amor. A vida sem amor é como um corpo sem alma.
Às vezes, ventos gelados tentam apagar esta chama, mas como um candeeiro tem um invólucro, tento proteger-me com minhas qualidades. E como o invólucro é de vidro, é frágil. E há de se ter muito cuidado para não deixar que um momento de fraqueza ameace o fogo.
Então, o que faço é aquecer-me com o amor que recebo. Retribuo igualmente, iluminando ao meu redor. E tento, todo o tempo, impedir que a velha chama apague antes que o querosene acabe. Porque mesmo quando o querosene é muito e a chama é pouca, um dia ele vai acabar. Até se o fogo for alto e a combustão cessar antes do esperado, saberei que fui bem sucedido.

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